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Água. Autarquias sem meios para fiscalização

Água. Autarquias sem meios para fiscalização

Shutterstock Ana Petronilho 12/08/2017 14:05

Em Portugal consome-se o triplo de água que a ONU considera ser o necessário para higiene e alimentação. O consumo excessivo torna-se ainda mais preocupante perante o atual estado de seca. Governo quer que autarquias implementem medidas de redução, mas estas não têm como fiscalizar se privados estão a cumprir. 

Em Portugal, o consumo médio de água chega aos 150 litros diários, sendo que nos meios urbanos estes níveis de consumo são ultrapassados. Um número que representa o triplo daquilo que a ONU considera ser o necessário, 50 litros diários, para que no dia a dia uma pessoa consiga fazer o seu consumo, a sua higiene e cozinhe.   

Neste contexto, a que se soma um estado de seca de forma acentuada em 15 distritos e concelhos do interior do país, o Governo deu orientações às autarquias, através de uma comissão de acompanhamento da seca, para que se apliquem sete medidas com vista a reduzir e racionar o consumo de água nestas regiões. Diminuir a rega dos jardins e hortas, proibir o enchimento de piscinas, lavagens de viaturas e logradouros e encerrar fontes decorativas são algumas das medidas que o executivo quer ver aplicadas em 14 concelhos do Alentejo. 

Saiba mais na edição do SOL deste sábado.

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